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FILOSOFIA POLÍTICA NA ANTIGUIDADE: PLATÃO E ARISTÓTELES

PLATÃO (427 a.C.) Arístocles, mais conhecido como Platão, nasceu em Antenas no seio de uma família aristocrática de políticos reconhecidos, é tido como o pai da filosofia política e sem dúvida um dos maiores pensadores do mundo ocidental. Tornou-se aluno de Sócrates (470 a.C.) e posteriormente fundou a Academia, uma escola de filosofia, e escreveu mais de vinte diálogos. Suas principais contribuições para filosofia foram A Teoria das Ideias, A Teoria da Reminiscência, a Teoria das Três Partes da Alma e os Graus do Conhecimento. Essas são basicamente as principais formulações teóricas que fazem parte do sistema epistemológico platônico. Um dos seus mais famosos escritos é A República ( politeia), que significa “organização da cidade” que foi escrito em 373 a.C. divido em dez capítulos. Neste diálogo Platão reflete sobre como deveria ser constituída uma cidade justa.  Dentre as várias ideias tratadas nessa obra, para a filosofia política é interessante destacar os liv

FILOSOFIA POLÍTICA NA IDADE MÉDIA

O que determinou o fim da Idade Antiga, como sabemos, foi a queda do Império Romano do Ocidente (A queda de Roma), esse foi basicamente o início da Idade Média. Nesse período também tivemos uma intersecção entre a filosofia e a teologia cristã. Quem detinha o conhecimento e o poder era a igreja que passou a utilizar a filosofia grega para justificar seus pressupostos, pois até então as verdades estavam expostas nos livros do Novo Testamento, nas Sagradas Escrituras e nos ensinamentos passados pelos padres da Igreja. Os antigos, como vimos em outros textos, preocupavam-se com o bem comum, buscando a cidade justa e as melhores formas de conviver, na Idade Média volta-se a ideia e a discussão do tema do poder e do domínio. Desta forma surgiu uma preocupação dos filósofos medievais, cujo objeto de pesquisa era as relações existentes entre o poder temporal e o poder religioso, onde o poder temporal seria o dos governos e o poder religioso ou espiritual seria o da igreja. PODER TE

SEMIÓTICA – DA ERA MEDIEVAL ATÉ O PEIRCE

Já passamos então pelo período da semiótica lógica (Platão, Aristóteles, os Estoicos, Santo Agostinho) e pelo processo didático (epicuristas). Se você não está lembrado ou ainda não leu acesse: Semiótica - Até tu, Santo Agostinho? Agora vamos para Semiótica Medieval. 1 - Também conhecida como semiótica escolástica (tentativa de conciliar a Teologia com a Filosofia). Se você pensa que os monges da idade média ficavam rezando, dormindo e rezando, você, caro leitor, está muito enganado. Nesse ambiente de pedras úmidas com ares teológicos foi consolidado ar ditas artes liberais como gramática, retórica e dialética. Isso abriu possibilidade de se debater o signo. Os estudos da filosofia natural, filosofia moral, e ciência dos signos também conhecida como ciência racional, que tinha bastante afinidade com a lógica. O fato é que esses estudos foram organizados nesse período. Dois importantes tratados criados nessa época foram de grande contribuição. De signis de Roger Bacon (1215 –